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SEIS DICAS DE DIREÇÃO DEFENSIVA PARA MOTOCICLISTAS

SEIS DICAS DE DIREÇÃO DEFENSIVA PARA MOTOCICLISTAS

A sensação de liberdade que se tem ao andar de moto é reconfortante. Após um longo período trancado no escritório ou em reuniões, pegar a sua motoca e sair por aí sentindo o vento recarrega as energias para o próximo dia — sem falar nas viagens que você pode fazer em duas rodas, que trazem paz e proporcionam uma paisagem incrível, seja lá aonde você esteja indo.

A direção defensiva para motociclistas é extremamente importante e nós vamos te dar algumas dicas para praticá-la. Confira:

Na hora de dirigirjust-rider-instagran

Parece óbvio, mas toda atenção no trânsito pode ser pouca. Em 2014, mais de 63 milhões de carros e motos estavam em circulação no país e, com isso, as ruas parecem ter se estreitado. Fique atento:

Ponto cego

O retrovisor da sua moto pode te pregar peças. Antes de trocar de faixa ou até mesmo realizar uma curva, não deixe de olhar para trás, além de olhar no retrovisor. O ponto cego do espelho pode trazer surpresas desagradáveis.

Distância

Você provavelmente aprendeu isso nas suas aulas da autoescola, mas muitos motoristas se esquecem de algumas regras. Mantenha uma distância segura do veículo que está à sua frente pois, em caso de frenagem brusca, dá tempo de você tomar alguma atitude para evitar acidentes.

Ah, e lembre-se: sua moto cabe entre dois carros, mas o seu lugar é na mesma faixa que eles!

Farol

Aqui vai mais uma dica de direção defensiva para motociclistas: ande sempre com o farol da moto ligado. É obrigatório por lei e chama mais atenção dos motoristas que estão ao seu redor.

Buzina

Utensílio de suma importância, a buzina deve ser utilizada com moderação. Ela é fundamental para alertar outros veículos da sua presença e prevenir acidentes. Mas cuidado: buzinar em excesso irrita e sua ação pode ter o efeito contrário.

Correntes de ar

É isso mesmo que você leu! As correntes de ar podem te derrubar da moto. Fique ligado: ultrapassou ou foi ultrapassado por um ônibus, caminhão ou carro, aumente a concentração para não correr o risco de se desequilibrar.

Segurança

Além de ser lei, utilizar capacete salva vidas. Outros itens de segurança, que são opcionais, também são importantíssimos para proporcionar uma viagem menos perigosa, como luvas, óculos escuros, roupas impermeáveis, calçado adequado, entre outros.

Pode não parecer, mas estes objetos podem ajudar a te proteger em caso de acidente, além de proporcionar um passeio mais agradável.

De nada adianta seguir todas as dicas acima se as condições de rodagem do seu veículo não estão adequadas. Por isso, fique de olho na manutenção da moto, deixe a revisão em dia e não corra riscos. Leve a mecânicos de confiança ou em concessionárias autorizadas e não confie seu patrimônio a qualquer um.

 

COMO PREVENIR PROBLEMAS EM MOTOS PARADAS POR MUITO TEMPO?

COMO PREVENIR PROBLEMAS EM MOTOS PARADAS POR MUITO TEMPO?

just-rider-instagranSe você tiver que deixar sua moto parada por meses ou até anos seguidos sem funcionar, o que fazer para minimizar eventuais problemas? Quais são os riscos para os componentes da moto?

Bateria – poderá apresentar perda de carga, chegando a impossibilitar a partida;

Pneus – sofrerão alterações de pressão e poderão aparecer rachaduras por ressecamento;

Combustível – perda das propriedades do combustível e parte de sua eficiência;

Tanques – em motos que têm tanque de metal, poderá ocorrer oxidação em suas paredes;

Óleo lubrificante – poderá sofrer escoamento total para o cárter, ocasionando em alguns casos, o descarregamento de tuchos hidráulicos e mancais, comprometendo a vida útil do motor no momento da nova partida. Além disso, o óleo tem oxidação natural, o que com o tempo poderá provocar desgastes;

Pintura – se estiver em ambiente externo poderá sofrer danos em decorrência de depósito de fuligens. A utilização de capas impróprias, que formam câmaras de umidade, podem causar danos ao verniz;

Discos de freio – oxidação, principalmente em regiões litorâneas devido a maresia, o que provoca pequena deficiência momentânea nas primeiras frenagens;

Borrachas – deterioração nas borrachas em função do contato com o ozônio do ar.

Por isso, o ideal é que ao menos uma vez na semana alguém ligue a moto por pelo menos quinze minutos e movimente-a por alguns metros. Mas, se isso não for possível, o que fazer para tentar evitar os problemas citados acima?

Bateria – retire o fusível central, geralmente o de maior tamanho. Assim, todo o sistema elétrico ficará desligado enquanto a moto está parada. Em seguida, desconecte primeiro o pólo negativo e depois o positivo. Desta forma estará poupando a vida útil da bateria.

Pneus – levante a moto, de preferência usando um macaco, evitando neste caso que a parte de apoio dos pneus fique deformada. Lembre-se de colocar a trava de segurança do macaco, se houver. Deixe-os com uma calibragem entre 20% e 30% acima do recomendado no manual.

Combustível – para motos que têm tanque de metal, a recomendação é deixar o tanque cheio para evitar a oxidação. E substituir toda a gasolina antes de colocar a moto em funcionamento.

Óleo do motor – a recomendação é trocar o óleo a cada seis meses, ou trocar o óleo de todas as peças antes que o motor volte a funcionar.

Fluído de freio – também absorve umidade, e por isso é necessária a substituição do fluido assim que possível, principalmente se o veículo estiver parado por mais de um ano.

Disco de freio – experimente os freios com cautela e de forma suave para não ter surpresas de pinças e cilindro de rodas travados.

Peças de borracha – faça uma inspeção minuciosa para ver se nenhuma das peças possui rachaduras antes de colocar a moto para funcionar. Não coloque óleo ou outro produto sobre elas, somente uma boa lavada antes da parada e outra antes de funcionar.

Ambiente para guardar a moto  evite deixar a moto em contato direto com chuva, sol, poluição e umidade. Se for utilizar capas de proteção, fique atento, pois capas sem forração interna apropriada, associadas à umidade e ação do sol, poderão provocar manchas no verniz do veículo.

Outros itens a observar – faça uma checagem completa na pintura, pneus, borrachas e motor. As correias e correntes podem sofrer deterioração após muito tempo paradas, necessitando uma verificação especial.

Dependendo das condições e modelos, a moto pode ter mais ou menos problemas se ficar muito tempo parada. A recomendação é que após um longo período parada, mesmo seguindo essas dicas, seja feito um check-up completo em uma oficina mecânica. Mas, para nós, a melhor recomendação é não deixar a moto parada. Se for viajar, vá de moto. E de X11.

Fonte: www.viagemdemoto.com.br

DICAS PARA PILOTAR EM DIAS CHUVOSOS

DICAS PARA PILOTAR EM DIAS CHUVOSOS

Para conduzir uma moto sob chuva com a máxima segurança, é necessário atentar para os seguintes aspectos:

A tração daJust Rider-01 moto.

A água da chuva faz com que o asfalto fique mais sujo, o que faz com que os pneus da moto percam parte da sua aderência. Depois das primeiras pancadas de chuva, a sujeira e os resíduos de óleo e combustível acumulados na estrada formam uma camada escorregadia que dificulta a aderência de um veículo de duas rodas.

Uma forma de testar a tração da moto passa por pressionar, de uma forma rápida e cuidadosa, a alavanca de freio traseiro. Trata-se de um teste que também funciona com o piso seco e é uma forma de ver como o pneu está “agarrando a estrada”. Deve ser feito apenas numa parte plana da estrada e não em curvas, caso contrário a roda traseira sairá da trajetória desejada. Também é importante conferir a pressão dos pneus, pois se estiverem 30% abaixo do recomendado, a probabilidade de sofrer aquaplanagem aumenta muito.

No entanto, os motociclistas devem ter em atenção que existem determinadas zonas de risco na condução de uma moto ao vento e à chuva como, por exemplo, os pavimentos que foram recentemente pintados, reparados ou recapados, algumas superfícies de concreto e estradas com pedrisco, areia ou óleo.

Como andar em segurança?

Naturalmente, as palavras de ordem para andar de moto em segurança numa estrada molhada são: reduzir a velocidade e ter muito cuidado com as manobras realizadas. Assim, deve-se manter o corpo relaxado para a moto andar normalmente e usar os freios de uma forma progressiva e não de uma maneira brusca. Além disso, deve-se acelerar suavemente e andar numa velocidade condizente com a recomendada, de modo a evitar derrapagens da roda traseira. Na realidade, dobre todas as medidas… Freie com o dobro da distância, acelere com o dobro de tempo, e use metade da velocidade normal, faça as curvas com metade da inclinação normal. A regra é realizar movimentos lentos e longos evitando trancos e solavancos. Evite andar com os pneus da moto em cima das faixas brancas do corredor entre os carros, pois elas são extremamente escorregadias.

No caso, frear a motocicleta e não escorregar na pista molhada exige a distribuição entre os freios dianteiro e traseiro. O adequado é que essa proporção seja de 70% na roda dianteira e 30% na roda traseira, porém sempre de modo gradual e contínuo.

A aquaplanagem, por sua vez, acontece menos com um pneu de moto arredondado do que um pneu de automóvel, mas, quanto maior for a velocidade e o tamanho do pneu, maiores serão as possibilidades de aquaplanar. Os pneus de chuva têm mais furos que os pneus secos de alto desempenho para escoar melhor a água, o que faz com que criem mais aderência com a estrada.

A visão do motociclista e a visibilidade da moto

Quando as condições climáticas são desfavoráveis para a condução de uma moto, os motociclistas devem deslocar-se para o centro da faixa de rodagem, de modo a serem vistos por todos os condutores que circulam na estrada.

Tenha em mente que devido à cortina de água resultante da chuva e pelo embaçamento dos vidros dos carros, os condutores dos automóveis também podem ter muitas dificuldades de visão. Assim sendo, é necessário manter os faróis da sua moto sempre ligados para ver melhor e para ser visto e identificado por todos.

Os óculos ou lentes amarelas e alaranjadas também podem auxiliar o contato visual com um motociclista, especialmente na condução durante a noite, pois fazem com que o ambiente seja mais claro e não tão soturno. As cores refletivas e de alta visibilidade são também muito importantes pois identificam o motociclista e mostram o local que ele ocupa na estrada. É por isso que os capacetes e os trajes térmicos têm muitas cores fluorescentes e brilhantes!

Os ventos e as trovoadas

Existem vários tipos de motos com carenagens muito leves e estas geralmente são mais suscetíveis aos ventos laterais. Dessa forma, é necessário que o motociclista se incline ligeiramente contra o vento para se manter equilibrado. No entanto, deverá estar pronto para compensar essa ligeira inclinação se o vento parar subitamente.

Tenha também em mente que não é aconselhável andar de moto quando está a trovoar, principalmente se estiver na zona de ação dos relâmpagos, uma vez que existe a possibilidade de ser eletrocutado.

5 TÉCNICAS DE PILOTAGEM

Just Rider-015 TÉCNICAS DE PILOTAGEM

O motociclismo é uma prática que requer habilidade. Mesmo quem está acostumado a rodar de moto todos os dias precisa estar constantemente atento às particularidades de cada movimento e procurar por técnicas de pilotagem que eliminem riscos desnecessários pelo caminho.

Confira dicas simples e eficientes para tornar sua experiência em duas rodas cada vez mais segura:

Posicionamento na moto

O posicionamento do corpo é uma carta determinante no desempenho do motociclista. Um posicionamento inadequado pode gerar desequilíbrio e má condução do veículo, diminuindo a segurança do piloto e a eficiência das mudanças de direção.

Para dirigir sua motocicleta com conforto e não arriscar a segurança, mantenha os pés paralelos em linha reta, com as pontas sobre a pedaleira. Quando precisar acionar o câmbio ou o freio traseiro, desloque os pés para frente e depois retorne à posição original.

Para evitar dores nas costas, mantenha a coluna ereta e pressione os joelhos contra o tanque. Lembre de deixar os braços relaxados e os cotovelos próximos ao corpo.

Garupa

O meio ambiente agradece à cada vez que você oferece carona, mas não esqueça de que o passageiro precisa se sentir tão seguro e confortável quanto você. Procure pilotar com mais suavidade, sem acelerar demais, e explique que ele deve acompanhar a inclinação das curvas com o movimento do corpo.

Faixa

Todo motociclista há de concordar que uma das grandes vantagens da moto é a de evitar aquele congestionamento às seis e meia da tarde. Entretanto, trafegar entre os carros pode ser perigo se você não tomar as medidas de segurança apropriadas. Lembre-se de que carros possuem pontos cegos e os motoristas nem sempre estão 100% atentos.

Trafegue no meio da faixa de rolagem e deixe as ultrapassagens como último recurso, de preferência apenas durante grandes congestionamentos. Ainda assim, faça essas ultrapassagens devagar e utilize o farol aceso e a buzina para sinalizar seu caminho.

Cruzamentos e conversões

São situações de grande risco para os motociclistas, por isso sempre reduza bem a velocidade e olhe para os dois lados. Lembre-se de que podem haver imprevistos como pedestres ou problemas no asfalto, e por isso fazer estas conversões em alta velocidade pode trazer consequências graves.

Obras

Atenção redobrada quando estiver dirigindo perto de uma obra. Reduza a velocidade, já que podem haver chapas metálicas escorregadias cobrindo buracos. Ultrapasse esses locais com cautela e esteja sempre atento à desníveis, principalmente quando o piso estiver molhado.

DICAS PARA MOTOCICLISTAS INICIANTES

Just Rider-01DICAS PARA MOTOCICLISTAS INICIANTES

A inexperiência tem prazo de validade curto. Quanto mais você pratica, mais você aprende, e pilotar uma motocicleta não foge a esta regra. Acumular quilômetros rodados te dará cada vez mais capacidade de dominar o veículo de maneira automática e segura, quase como se fosse uma extensão de seu corpo. Porém, para facilitar a vida dos que estão começando, vamos dar alguns conselhos importantes:

1 – POSICIONAMENTO AO GUIDÃO

No começo, o nervosismo pode resultar em uma postura de pilotagem excessivamente rígida, o que não ajudará em nada a condução. Tente assumir uma posição natural ao guidão – isto já é meio caminho andado para pilotar bem.

Motos também exigem uma boa dose de energia física para serem conduzidas. Então, manter ambos joelhos pressionando levemente o tanque e segurar o guidão com firmeza (mas sem exagero) é o ideal para fazer com que moto e condutor formem um conjunto único.

2 – USE O EQUIPAMENTO CERTO

A lei obriga a usar capacete. O bom senso manda usar jaquetas, calças, luvas e botas. Mas você deve encontrar o equipamento ideal para você e para as suas condições de pilotagem. Pense muito na sua segurança, mas também lembre-se do conforto.

3 – SAIBA FREAR

Para aprender os segredos de como frear bem, procure uma rua tranquila, um pátio de estacionamento vazio ou qualquer lugar onde você esteja seguro para repetir frenagens em baixa velocidade, alternando o uso dos freios dianteiro e traseiro até entender como cada um atua.

4 – CUIDE DOS PNEUS

Motocicletas em movimento têm apenas duas pequenas áreas de contato com o solo, os pneus. Por isso, é muito importante cuidar bem deles. Pneus de má qualidade ou desgastados afetam de maneira brutal a dirigibilidade. Escolher marcas boas e não alterar as medidas recomendadas são as regras a serem seguidas.

Outra atitude obrigatória é respeitar a recomendação estabelecida pelo fabricante para a pressão, lembrando sempre que a medida correta será sempre obtida com os pneus frios, uma vez que o natural aquecimento devido ao atrito com a pavimentação altera a medição.

Uma pressão abaixo da especificada pelo fabricante deixa as respostas da motocicleta mais lentas, aumenta o consumo tanto de pneus quanto do combustível e, em casos mais graves, pode provocar danos às carcaças dos pneus, comprometendo a segurança. A pressão excessiva torna a moto arisca demais, instável na transposição de qualquer defeito do pavimento, e diminui ainda mais a já pequena área de contato com o solo.

5 – APRENDA A ESTACIONAR

Aprender a estacionar sua motocicleta de maneira correta pode evitar problemas e cenas constrangedoras. Quando o piso é plano e regular, sem degraus ou imperfeições, não há muito segredo. Seja com o cavalete lateral ou com o central, o sucesso da operação é quase sempre garantido. Porém, nem sempre a fresta que você achar para estacionar terá um piso perfeito.

Regra número um é jamais estacionar sua moto em uma via íngreme com a roda dianteira embicada no meio-fio, uma vez que, na hora que você precisar sair, empurrar a moto para trás pode resultar em uma tarefa impossível.

Outra arapuca na qual os motociclistas inexperientes caem com frequência é não prestar atenção na inclinação da via e escolher estacionar de maneira tal que o cavalete lateral não consiga deixar a moto em um ângulo estável. Tanto muito em pé quanto muito deitada resulta em problemas. No primeiro caso, qualquer esbarrão pode derrubá-la; no segundo, ela ficará inclinada demais exigindo força exagerada para ser colocada em posição de partida.

Uma dica importante nesses estacionamentos em locais íngremes é deixar a primeira marcha engatada, o que funcionará como um freio de estacionamento. Já quanto a usar o cavalete central, a regra é simples: nas ruas íngremes a roda dianteira deve estar apontada para a parte mais elevada da via, mas não de modo a tornar a tarefa de tirá-la do cavalete algo impossível.

6 – LEMBRE-SE DAS TRAVAS E CAVALETE

É mais comum do que se imagina que a pressa e a distração acabem provocando pequenos acidentes que podem ter consequências nem tão pequenas assim. Nos referimos ao eventual esquecimento de recolher o cavalete lateral ao sair ou deixar de retirar travas antifurto.

Tanto em um como em outro caso, o dano pode ser apenas material, com um arranhão cá ou uma entortada lá, mas às vezes um cavalete esquecido aberto pode fazer com que você perca o controle de sua moto em uma curva. Como evitar isso? Sendo atento e criando rituais que você deve incorporar ao seu dia a dia no guidão.

7 – SEMPRE SINALIZE

Usar o pisca é fundamental não só para a segurança do motociclista como também dos outros usuários da via, sejam eles outros condutores de veículos ou pedestres. Seja para uma simples mudança de faixa em uma avenida, para entrar em uma via transversal ou fazer uma conversão, sempre utilize o pisca. Do mesmo modo que você deve se acostumar a usá-lo com frequência, deve habituar-se a desligá-lo, uma vez que apenas algumas motos – todas elas grandes e caras – possuem sistemas de desarme automático como nos automóveis.

8 – SEJA VISTO

Dar preferência a trajes de cores chamativas é algo que ajuda muito a segurança do motociclista. Caso prefira jaquetas de cores escuras, avalie com carinho o uso de coletes ou ao menos as faixas de material refletivo, que vão fazer te deixar visível quando o farol de outros veículos apontar para você.

Outro fator fundamental da segurança do motociclista é jamais descuidar das lâmpadas: infelizmente a maioria das motocicletas ainda usa uma só lâmpada na lanterna traseira, e quando queima, a escuridão é total. Ter lâmpadas reserva e saber como fazer troca é um dever. O mesmo vale para as lâmpadas de pisca-pisca e de farol.

9 – “LEIA” O PAVIMENTO

Um motociclista iniciante tem como tarefa aprender a “ler” o chão à sua frente e saber se comportar ao guidão conforme o caso. No asfalto liso e seco não há problemas. Porém, asfalto brilhando demais faz a moto reagir de um jeito, asfalto claro demais, de outro, rugoso demais, outro ainda. E o que dizer dos pisos de paralelepípedo, bloquete, das “estradas de chão” ou de rodar nas cidades praianas onde areia solta é algo comum? Sair dessa sinuca de bico requer uma e uma só coisa: muita atenção! Olhar sempre para onde sua roda “pisará” é a lei para não se ver de pernas para o ar sem mais nem menos.

10 – POSICIONAMENTO NA PISTA

Motos são pequenas, rápidas e muitas vezes os outros usuários da via simplesmente não as veem. Por isso, busque posicionar-se de maneira muito visível.

Andando atrás de automóveis, evite os que tem vidros escurecidos, que te impeça de ver o que está à frente dele. Além disso, tente ficar em uma posição onde você enxergue nos espelhos retrovisores os olhos do motorista, pois se você está vendo os olhos dele, ele estará te vendo também.

Em estradas ou vias expressas, tente rodar a uma distância de pelo menos dois ou três “carros” do veículo à frente (12 a 15 metros). Quanto maior a velocidade, maior deve ser o espaço, garantindo a você tempo de reação em uma emergência.

Outra regra “de ouro” é rodar seguindo a trilha dos pneus do veículo à frente, especialmente em piso molhado. Ali haverá menos água, além de ser menor a chance de atropelar um objeto solto na estrada.

 

DICAS PARA VIAJAR SEM MEDO

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DICAS PARA VIAJAR SEM MEDO

Viajar de motocicleta é sensacional, mas é preciso tomar alguns cuidados básicos para não arriscar a sua vida. Então, antes de viajar, siga esses passos:

  • A clássica revisão

Essa todo mundo fala, mas pouca gente faz. Se você conhece sua companheira a fundo, faça você mesmo uma análise nela: veja se os pneus estão em boas condições; cheque se as rodas estão inteiras (se você perceber qualquer sinal de rachadura ou de eixo torto, adie sua viagem e consulte seu mecânico); verifique o sistema de correia; teste seus freios, se eles estiverem rangendo ou duros demais, estão com problemas; revise o sistema elétrico, qualquer anormalidade na hora de ligar ou falha das lâmpadas, indicam problemas nessa área.

A avaliação de um mecânico de confiança também é sempre válida, já que ele poderá te ajudar muito mais nessa área.

  • Equipamento de proteção

Equilibre sua segurança e seu conforto com jaquetas e calças próprias para motociclistas. As luvas e botas não podem estar apertadas, já que seus membros tendem a inchar em viagens e isso pode gerar desconforto e até acidentes.

Por último, e não menos importante, invista em um capacete que equilibre o custo, a segurança, a entrada de ar e o barulho interno.

  • Bagagem e acompanhantes

Tem quem prefira viajar sozinho, como uma jornada de autoconhecimento ou pela experiência de ser um só com a sua motocicleta. Mas a grande maioria prefere curtir uma viagem com um acompanhante.

Se o seu passageiro nunca viajou de motocicleta, avise-o da distância e do tempo da viagem. Já que para essa pessoa, a jornada poderá ser bem desgastante e desconfortável, o que acabará estragando toda a graça do programa.

Você sabe o quanto a motocicleta é sensível a variações de peso, então é preciso verificar como serão levadas as bagagens: a melhor forma é usar um alforge de cordura lateral e levar somente o necessário. Evite mochilas nas costas e na barriga, elas tiram sua estabilidade e o peso extra te deixam cansado.

  • Curta a viagem

Não viaje com pressa e nem com a cabeça em outro lugar. Aproveite o momento com a sua companheira e concentre-se na viagem. Não vale a pena ganhar 30 minutos de estrada de arriscar a sua vida.