EQUIPE X11 PARTICIPA DA FEIRA DE MILÃO 2018

EQUIPE X11 PARTICIPA DA FEIRA DE MILÃO 2018

Para fazer a diferença e atender as preferências do mercado, é preciso entender as principais tendências do segmento. É por isso que nosso gestor de Desenvolvimento de Produtos, Daniel Lima, e o designer, Daniel Damião, estiveram, de 7 a 11 de novembro, na Feira de Milão 2018, um dos maiores e principais eventos de duas rodas do mundo.

Durante a feira, Daniel e Damião visitaram mais de 70 stands em busca de novidades e referências para a linha X11 2020. Os dois também participaram de reuniões com fornecedores atuais para tratar de assuntos como: produtos atuais, novos produtos, situação do mercado nacional e internacional, capacidade produtiva, prazos de entrega e pedidos, além de conferir algumas amostras. Além disso, se reuniram também com possíveis novos fornecedores, prospectando novas possibilidades para a X11.

Daniel Lima e Daniel Damião visitaram mais de 70 stands, além de se reuniram com atuais e possíveis novos fornecedores

Damião contou que este tipo de viagem é extremamente importante para o seu trabalho na marca. “A feira serve como fonte de inspiração pois conseguimos identificar o que as marcas que são referência no segmento estão trazendo de novo em tecnologia, visual, cores, tecidos, apresentações e stand, podendo assim comparar e direcionar de forma mais incisiva o meu trabalho em nossos produtos e marcas. Sem falar nas tendências que saem, as que permanecem e as novas, que também guiarão os nossos trabalhos para os próximos anos. Além disso, estar presente e acompanhar as grandes negociações feitas durante a feira me enriquece pessoal e profissionalmente”.

SAIBA MAIS SOBRE A LEGISLAÇÃO PARA MOTOS NO BRASIL

SAIBA MAIS SOBRE A LEGISLAÇÃO PARA MOTOS NO BRASIL

As legislações de trânsito existem para garantir a segurança de motoristas e pedestres. Muitas delas estão na ponta da língua da maioria dos brasileiros, mas você sabia que para os motociclistas, existem algumas regras específicas? Confira algumas delas abaixo:

Capacete

O capacete salva centenas de vidas todos os dias e é um item obrigatório para o piloto e passageiro. O acessório deve ser certificado pelo INMETRO e a viseira deve ser adaptada para uso diurno.

Transitar em faixas de ônibus

Não é permitido! Apesar de ser uma infração muito comum, motocicletas e carros são proibidos de andar em faixas exclusivas de ônibus.

Transporte de crianças

Transportar crianças menores de 7 anos em motocicletas é infringir a lei! Isso porque, é com esta idade, que a criança já está apta para se firmar nos pedais de apoio do veículo.

Transitar nos corredores

Sim, é permitido! A motocicleta está livre para circular nos corredores das vias. Mas muito se discute sobre o assunto e já foi cogitado em proibir o tráfego das motos nos corredores.

VESPA VOLTA A SER VENDIDA NO BRASIL

VESPA VOLTA A SER VENDIDA NO BRASIL

“Pensar em um mundo sem Vespas é como ter um café da manhã sem café, um jantar sem pizzaJust Rider-01… os brasileiros merecem tê-las nas ruas”, disse o italiano Giuseppe de Paola, VP da Asset Beclly, que com o Grupo Piaggio, está trazendo a marca para o país.

O fundo de investimento e a companhia italiana especializada em scooters traçaram juntas os planos de entrada do negócio, com metas ambiciosas, ainda mais em tempos de crise.

A expectativa é vender 2.000 unidades ainda este ano – número que subirá para 12.000, em 2017, e 35.000, em 2018, quando a Piaggio espera ter uma fábrica própria, provavelmente em Manaus, para a produção também de outros modelos do grupo que ainda não foram definidos.

As vendas começam, pela internet, no dia 10 de setembro, apenas para a série especial Primavera 150, de mil unidades numeradas e com grafismos especiais.

O Brasil também receberá o modelo Primavera com motor de 125 cm³, o Sprint 150, GTS 300 com ABS e 946 Emporio Armani 150 com ABS – essa feita em comemoração aos 400 anos da marca.

O anúncio foi feito no dia 04 de setembro, em um belo espaço da cobertura do JK Iguatemi, em São Paulo, lugar que abrigará a primeira boutique da marca no Brasil.

“Não teremos concessionárias porque seria como tomar um espumante em uma taça de plástico”, explicou Longino Morawski, presidente do Grupo Piaggio Brasil.

A companhia investirá entre R$ 5 milhões a R$ 7 milhões em cada uma das lojas, que abrigarão o conceito da tecnologia, modernidade e estilo em um único espaço. Ao todo, oito delas serão abertas em 2016, dez em 2017 e outras 22 em 2018. As duas primeiras estão previstas para novembro nos shoppings JK Iguatemi, em São Paulo, e Iguatemi, em Campinas, interior paulista.

Nas boutiques, as Vespas serão expostas em um espaço central, entre um requintado café e longe para possíveis encontros de aficionados pela marca, e outro espaço destinado a parte de pedido de produto.

“Os vendedores serão grandes conhecedores da marca, terão uma Vespa e toda a habilidade para lidar com o público diferenciado que queremos atingir”, explica Morawski.

O preço? Bom, esse ninguém abriu, mesmo com a insistência dos jornalistas.

“Será um preço competitivo, mas que abarque toda a vantagem da experiência de ser dono de uma Vespa”, disseram.

Novo arranque

A Vespa já foi vendida no país na década de 80, na época uma parceria entre a Piaggio e a Caloi, responsável então pela montagem das scooters.

Desta vez, no entanto, a especialista nos modelos entrará de forma direta. O risco, garante, será menor, porque desta vez o país está preparado para receber as Vespas.

Dona de um faturamento mundial de 1,2 bilhão de euros e de 25% do mercado de scooters da Europa, a Piaggio acredita em um novo arraque do setor ainda neste ano.

O motivo está no perfil das pessoas que ela pretende conquistar por aqui. “Vemos com clareza a ascensão de um novo tipo de consumidor urbano e queremos abocanhar uma fatia de mercado que antes nem existia”, afirmou Morawski otimista.

Ele explica que o setor de duas rodas no país hoje se divide entre streets, com opções mais leves e de uso diário, e modelos de alta cilindradas, mais potentes, pesadas e mais caras. “Queremos atingir os que se encaixam na faixa intermediária, casais modernos, executivos descolados, mulheres que não querem abrir mãe de ser elegante ao pilotar uma mota”, diz.

Além do perfil de consumo diferente, a companhia acredita na melhora das vendas como um todo. A expectativa é que o mercado retome o patamar de 2011, melhor nível para o setor.

Na época, dois milhões de motos eram vendidas por ano – a previsão é que 2016 seja fechado com 1,15 milhão de unidades comercializadas.

Pelas contas da Piaggio, em 2020 o país deve voltar ao patamar de 1,62 milhões e assim progressivamente.