Em 2015, o motociclista mineiro, Rômulo Provetti, acompanhado de um amigo, percorreu algumas estradas do Himalaia, a mais alta cadeia de montanhas do mundo. Porém, devido a alterações climáticas e conflitos da região, os dois acabaram não conseguindo percorrer todo o trajeto que pretendiam.

Rômulo então ficou com esta viagem na cabeça e decidiu que em 2016 iria voltar às terras indianas para conseguir chegar ao destino final e, dessa vez, sozinho. No dia 14 de setembro ele embarcou para a capital indiana, Nova Dheli, onde retirou a moto que foi sua companheira de viagem: uma Royal Enfield 350cc, 2016, com 5400 km rodados.

“A moto era extremamente confortável, com uma boa posição de pilotagem, mas se for para dar um conselho a quem pretende fazer a mesma viagem que eu, diria para pegar uma Trail”. Assim começou nossa conversa com Rômulo na última quinta-feira, dia 20 de outubro, que afirmou que sentiu falta de motor em alguns momentos da viagem.

No total foram 24 dias de viagem de moto em estradas de muito cascalho e pouco movimento. “Ficava horas sem cruzar com ninguém na estrada. Passei por caminhos completamente desertos”, disse. E foi em um destes momentos de “solidão” que Rômulo enfrentou uma grande dificuldade. “Estava em uma estrada de muitas curvas que, por sinal, era asfaltada, mas completamente deserta. De repente apareceu um veículo no meio do trajeto, acabei me assustando e sofri uma queda. Estava em baixa velocidade, mas ainda assim arrastei cerca de um metro no asfalto, o que me rendeu uma dor no ombro que, não foi pior, devido ao uso da jaqueta X11”, contou Rômulo.

Rômulo passou por cerca de 14 cidades e vilarejos e destacou como uma das mais incríveis lembranças, a visita que fez ao Mosteiro Diskit, pertencente à seita Gelugpa (chapéu amarelo) de budismo tibetano. É o maior e mais antigo mosteiro budista do Nybra Valley e foi construído em 1420 dC. “São muitas as histórias que tenho para contar. Tive que mudar o meu percurso final pois havia uma rebelião na região da Caxemira e a estrada estava fechada. Me recomendaram que não passasse pelo local pois os manifestantes estavam jogando pedra nos que passavam. Passei por regiões que estavam sob ameaça de atentado terrorista”. Provavelmente, todas estas lembranças virarão um livro.

Ainda durante a conversa com nossa equipe, Rômulo também passou detalhes de sua avaliação sobre os produtos X11 utilizados em todos os dias da sua aventura pelo Himalaia. Os itens utilizados foram: jaqueta Travel, calça Extreme, capacete Impulse, luvas Dry e New Spirit e bota Thunder.

“Stressei todos os produtos, pois eles realmente foram utilizados durante os 24 dias de viagem. Enfrentei desde o calor extremo ao frio de até -15º, chuva e neve. De uma maneira geral todos os itens X11 me atenderam muito bem. O capacete é ótimo, protegeu muito bem, inclusive do frio e não embaçou”.

Ainda segundo Rômulo, a bota Thunder segurou muito bem o frio e chuva e, além disso, sua boa ergonomia proporcionou o conforto que ele precisava para estes dias de viagem. Jaqueta e calça suportaram duas horas de chuva sem deixa-lo molhado.

Para nossa equipe, a conversa com Rômulo foi extremamente positiva. “As informações sobre os produtos vieram em um momento muito importante, pois nossa equipe já está trabalhando no desenvolvimento da linha 2017”, afirmou Daniel Damião, desenvolvedor de produtos.

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